Sexta-feira, 17 de abril de 2026

Diário amigo,


Não sei se foi descuido da rede ou a curiosidade dos estranhos, mas descobri que já temos uns três leitores por aqui. O curioso é que não soltei o verbo para ninguém: nada de Instagram, WhatsApp ou qualquer outra vitrine. Como essa turma chegou?


Quer saber? Pouco importa. Quero é lhe contar que, ao contrário de ontem, hoje eu venci a preguiça e fui correr — não exatamente como a planilha mandava, mas fui. O motivo do ajuste? Alimentação capenga nos últimos dois dias, hidratação falhando... não deu outra: foi na base do "o chamado do banheiro". Quase no fim, tive que sair em disparada. E tudo bem. Não é a primeira vez, nem será a última. A gente ri para não chorar, né?


Depois, levei a Clarice para a escola e acabei emendando o trabalho por lá mesmo. Manhã produtiva: consegui zerar as provas da 1ª série e limpar a caixa de entrada, disparando aqueles e-mails que estavam me assombrando.


Agora, já no final da tarde, o foco mudou. Começaram os preparativos para o treino mais longo da temporada. Amanhã vou encarar os 32 km pela segunda vez. É ritual de preparação: suco de uva integral, gel de carboidrato, sachê de eletrólitos e, principalmente, tentar descansar o corpo.


REFLEXÃO


Uma das grandes lições que este ciclo da maratona tem me trazido é a importância de consumir a "Vitamina N". Aprendi essa com o Eliud Kipchoge, o monstro queniano que foi o primeiro a correr uma maratona abaixo de 2h.


Vitamina N. Pode vir em cápsula ou scoop de 3g, tanto faz. O lance é que ela precisa fazer parte da dieta diária. Vitamina Não. Aprender a dizer não para o que tira o foco e a energia.


Até amanhã, meu amigo.


Farelo na Pista

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