Sábado, 25 de abril de 2026

 


Tarde de sábado, seu safado!

 

Sancho, Sancho, meu amigo, quase apanhei em casa no início da tarde. Eu ia contar para a dona esposa que lá no Bar do Coquinho eu conheci a tal da Germana.

 

Nos seus tempos de boteco, você chegou a experimentar uma dose da Germana? Por falar em aguardente, Sancho, seus amigos todos lá querem notícias suas. Cadê o Pança? Ele está bem? Continua fofo? Você é muito popular, meu amigo. Será que, quando ela descobrir, a patroa vai me xingar?

 

Estou te contando essas coisas porque eu precisava comemorar o LONGÃO de hoje. E, claro, já mando um salve para quem lá da BH Run estiver lendo este texto. Graças à assessoria deles, seguimos firmes aí no ciclo de treinamento.

 

Sancho, hoje estava tudo certo para dar errado. Não é trocadilho barato não, moço. Começou zebrando ontem à tarde/noite. Hidratação capenga por conta das atividades do instituto, fiquei muito tempo sem comer, o jantar lá pelas tantas, umas 23h. Exausto, dormi tarde para madrugar. Comecei o dia indo três vezes ao banheiro antes de descer para a pista. Barriga pesada, a falta de vitamina S; mas fui assim mesmo: disciplina.

 

Escolhi o lado da Pampulha que ainda tem matinho, caso batesse algum desconforto... se é que você me entende. O treino não encaixava de jeito maneira: ora rápido demais, às vezes abaixo do proposto; mas me mantive firme. Não parei. E água gelada na cara, na garganta, na cabeça, porque o sol já castigava. Pela graça de Deus e pela constância que venho buscando manter — com todo o apoio da assessoria —, conseguimos, Sancho.

 

Em comemoração, a Germana me fez companhia enquanto era preparada a porção de tropeiro e torresmo para a família. Eita nós!

 

Aqui, sobre essas atividades do instituto, a gente conversa depois, demorou? Agora tenho um compromisso: uma batalha de hip hop para prestigiar.

 

Fui.

 

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