quarta-feira, 15 de abril de 2026

Quinta-feira, 16 de abril de 2026

 

73 dias para a maratona. O bagaço também faz parte do treino. “Não ria não”

 

Hoje a madrugada foi silenciosa. O despertador tocou, mas o treino de 1h10min não rolou, minha gente. Não teve "farelo na pista" na última manhã, e a culpa nem entra aqui – entra o bom senso.

 

Ontem foi daqueles dias de jornada tripla, dobras à força: dois turnos de trabalho, reunião, e ainda uma hora e meia de formação no final. Quando cheguei em casa, o corpo deu o recado: sinusite chegando, olho lacrimejando, nariz querendo zoar e a cabeça latejando. Tentei jantar, tentei descansar, mas o sono foi interrompido algumas vezes pela dor.

 

O diagnóstico da falha: além da maratona de trabalho, vacilei no básico. Sem marmita, acabei recorrendo a restaurante, e a hidratação ficou lá embaixo. O resultado? Imunidade sentindo o golpe.

 

Hoje, a ordem é silêncio absoluto. Sem treino, sem academia, sem caçar conversa com o acaso. O foco vira a recuperação para amanhã soltar um trote leve – só para avisar o corpo que o longão de sábado está chegando.

 

Vida de corredor tem dessas: a gente planeja o cenário no detalhe, mas a realidade impõe os seus arranjos. Como venho escrevendo aqui: sem filtro, sem firulas. É aceitar o tranco, se cuidar e seguir.

Farelo na Pista

 

(amanhã, com fé).

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