a febre da maçã

Caramba, de La Merda e Never, o cemitério vai encontrando sua explosão de insignificância. Não sou de militar, 

lanço vocábulos dispersos, 

migalhas na tela, às vezes, 

poéticos, às vezes, 

proféticos, patéticos. 

Escrevo. 

Disperso-me na rede, mas sou recolhido, acolhido pelos seguidores.  Mas agora vai...

Não temos um herói nacional. Não, ensinaram errado pra gente, ele não é nunca foi herói. Menino, de qual Tiradentes você está falando? Ah, mas é feriado nacional. Vai, ninguém é de ferro. Isso não é pior. A data.

Tentaram transformar essa data num capítulo memorável. Não colou. Fui saber depois. Agora, paro. E você que leu até aqui, sabe o porquê da minha pausa. Claro que não dá para entender o que sinto por você, um dia ele ouvirá de muita gente. Espero. 

Meu seguidor, às vezes, é mais prazeroso curtir uma tela futurista do Balla do que a tentativa de entender o estado brasileiro. 

... farelos por aí ... 
Arte: luz para todos os delírios



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