Estreia da temporada de crônicas 2018


Que loucura foi essa de começar a escrever crônicas, mais sistematicamente a partir do ano de 2016 para o site?
Por que fui inventar esse lance de postar uma narrativa por semana em pelo menos uma temporada anual?
Onde conseguirei tempo para escrever uma crônica por semana, gente?
­            "Quero saber não. Dá seu jeito, professor?" Ouvi de um aluno que vem acompanhando as crônicas desde o início.
"Que palhaçada é essa de deixar a gente sem as crônicas de quinta-feira, esse tempão?" - disse um leitor do tipo atrevido, depois ler a última crônica ( e lá se foram algumas semanas) e trombar comigo no corredor do colégio.

"Que palhaçada é essa de deixar a gente sem as crônicas de quinta-feira, esse tempão?" - disse um leitor do tipo atrevido, depois ler a última crônica ( e lá se foram algumas semanas) e trombar comigo no corredor do colégio.
Calma aí, gente. Muita serenidade... Eu também estava com saudade dessas crônicas matinais. Como não (re)descobrir o encanto da "odisseia" que se desenrola nosso cotidiano? 
Como deixar para o vento aquela impressão equivocada sobre os rumos do país? Confesso, confesso-lhe com afeto: o tempo que você gasta lendo uma crônica (poema, conto, novela ou romance) é uma lanterna. Uma lâmpada que se acende diante do caos.
Não.
Luz.
Sim. 
É gratidão! Só de saber que você tira um tempo nesse mundo tão veloz e feroz para ler, entre tantas coisas, meus textos... Nossa! Eu fico muito satisfeito, contente. Na escrita, há o encontro de nossas lacunas, rios de solidão, estrelas vão se espalhando pelo chão...
Seja bem-vindo(a)! Esta crônica marca oficialmente a nova temporada 2018! Conto com seu apoio, crítica e sugestão.
...farelos por aí...      



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