7. Disparos sobre leitura no Brasil


Olá! Há uma frase que se repete em vários segmentos da sociedade brasileira. Ela carregou e ainda transporta uma parcela de verdade. A frase é: O brasileiro não lê. Aí, vale perguntar: Não lê o que mesmo? Não lê por que, gente?
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Como explicar o interesse de grandes editoras europeias no mercado brasileiro? Quantos selos a gigante do Brasil possui?
Será que alguém já parou para pensar nas cifras que permeiam as transações de compra/venda de uma editora?
Como as editoras estrangeiras (algumas são fornecedoras de enlatados, vamos combinar, não é mesmo? ) conseguem colocar títulos e mais títulos traduzidos e impressos no próprio país com um preço mais em conta?
Depois de tudo isso, questiono: será que o brasileiro lê pouco mesmo? Ou poucos leem muito? E a maioria não lê por motivos diversos, entre eles, a falta de acesso? Por que essas questões não tratadas de um modo mais claro?
Caros leitores, pesquisas e mais pesquisas comprovam que o mundo nunca leu tanto como agora.
Há quem diga que esse hábito ainda não faz parte da cultura de muitos brasileiros, então cabe a todos, inclusive aos adultos, um momento para (re)pensar o fato de que esse quadro vem melhorando de modo na nossa sociedade. Ficar atribuindo a culpa ao Governo não vai resolver o problema, entende?
Vale lembrar que foi o Governo brasileiro que manteve (antes da crise) muitas editoras com as portas abertas por meio da compra de centenas, milhões de títulos didáticos e literários.
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Mudando de perspectiva: como avançaremos na projeto de um Brasil Leitor?


E, aí, o que você tem a dizer sobre esse assunto? Qual sua opinião? Vamos conversar sobre leitura?  

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