Leitura performática da obra Fahrenheit 451

 
Fotografia: Pedro Henrique Lustosa

Há quase um ano ganhei a obra “Fahrenheit 451”, de Ray Bradbury. O livro foi um belíssimo presente. Se você ficou interessado em conhecer um pouco mais sobre esse romance, bem como o conceito de distopia, leia o post, clicando AQUI.  

Na última manhã tivemos uma experiência singular com essa narrativa. Nós? Isso mesmo. Eu e os alunos do 1.º Ano. Após semanas e semanas de contato com a obra, eles foram “convocados” para um evento, que por hora, vou chamar de “leitura performática”, na biblioteca do colégio.
Ilustração da artista Andrezza Camargo, durante o evento

Para não roubar seu tempo, faço questão de não ficar detalhando tal atividade. Em síntese, rolou poema, citação de Albert Einstein, discussões sobre a Geração Netflix, regimes totalitários e... lágrimas.

Foi exercício de argumentação, treinamento da linguagem formal nas instâncias jurídicas.
Foi TEATRO! Interpretei um dos personagens mais paradoxais da narrativa. Com direito a figurino, direção da atriz Leandra Pacífico (minha esposa) e muito suor, levamos para o centro da roda o chefe dos Bombeiros, capitão Beatty.
Gratidão aos participantes! Gratidão aos profissionais da biblioteca! Gratidão aos colegas e amigos! Gratidão à Literatura!   

Gratidão ao fotógrafo Pedro Henrique Lustosa
+