... no vento, na cachoeira, no eclipse


“Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no eclipse. Amor foge a dicionários e a regulamentos vários.” Com esses versos, inicio meu relato de viagens  ao 1.º Festival de Drummond – Festa Literária de Itabira. 

Eu não conhecia a cidade de Itabira. Ter sido convidado para homenagear seu filho mais ilustre foi uma experiência incrível. Agradeço a todos os profissionais que trabalharam e estão trabalhando nesse riquíssimo Festival. Como forma de gratidão, faço questão de listar alguns desses profissionais: Juliana Naves (Livraria Clube de Leitura), Olimpio Lage (La Trupe), Ricardo Guerra e Bin Laden (Fundação Carlos Drummond de Andrade), a toda equipe do restaurante Ipê Rosa (Que almoço maravilhoso!) a Solange (Memorial Carlos Drummond de Andrade).
 

Meu bate-papo com os leitores aconteceu na biblioteca pública Maria Julieta Drummond de Andrade, que fica dentro do Memorial. Lá falei um pouco sobre o processo de criação, a relação da literatura com a tecnologia, entre outros silêncios que a palavra nos permite.  

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