No País de Alice

Ao lado garota do Baú Vermelho para contar uma novidade
Prepare-se para a série de citações na página do projeto “Livros em todo lugar”. Entenda nossos motivos. Estamos mergulhados no enredo e nos rios do clássico Alice no País da Maravilhas, de Lewis Carrol. Envolvidos em todos os sentidos, pois essa obra é o título do Projeto de Incentivo à Cultura da nossa cidade, aprovado recentemente pela FUNDAC – Contagem.

Os atores estão em contato com os personagens, as diferentes versões dessa narrativa, conhecendo assim as nuances desse magnífico clássico. Ao longo desse processo de criação, compartilharemos trechos, frases, comentários a respeito da obra em estudo. Utilizaremos como base uma novíssima edição que foi publicada pela editora Autêntica, com tradução de Márcia Soares Guimarães.

Curiosidade: Lewis Carrol passava a maior parte do seu tempo livre com crianças. Por isso mesmo começou a desenhar e fotografá-las e, claro, passou a inventar muitas histórias para contar a elas. Em 1862, num passeio de barco pelo rio Tâmisa com Alice, Edith e Lorina (as irmãs Liddel), começou a criar a história Alice no País das Maravilhas, publicada em 1865.

Trecho: “Geralmente, ela se dava conselhos muito bons (embora raramente os seguisse) e, às vezes, repreendia a sim mesma tão duramente que lágrimas escorriam em seu rosto. Alice se lembrava de que uma vez tentou socar suas próprias orelhas por ter trapaceado em um jogo de croquet que estava disputando consigo mesma – pois essa criança tão interessante gostava muito de fingir que era duas pessoas numa só.”

(CARROL, Lewis. Alice no País das Maravilhas. Belo Horizonte: Autêntica, 2017.p.17.)
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