Amarildo, o mais atletizeiro dos cruzeiranos

Na tarde da última sexta, o Baú Vermelho recebeu um presentão do escritor Eduardo Maia. Isso mesmo: o livro Amarildo: o mais atletizeiro dos cruzeiranos. E veio com autógrafo, gente!
Que história curiosa, Eduardo Maia!
Ao lê-la para minha filha, pude colocar todos os times da infância em capo, campinho e campão, por que não?  
Confesso-lhe que nunca fui de bola, mas sempre reconheci o futebol como escola; um espaço do companheirismo, de uma boa disputa, do diálogo, da amizade.
Crédito da imagem: Ricardo Welbert
A Cecília – a garota do Baú Vermelho – caiu na gargalhada, após descobrir que o Amarildo era chamado de vira-folha pelos colegas. Estou até desconfiado, Eduardo, de que essa menina vai se tornar uma cruzeirana.
Que alegria reviver as imagens das “partidas sem placar”, dos jogos em que “o drible era mais importante que o gol”!
Um último detalhe, aliás, trata-se de uma observação da Cecília:
– Já pensou, pai, um poste sair andando na nossa quebrada? Ia ser irado!
Para saber de quem a garotinha está falando, ilustres leitores, é preciso entrar em campo com Eduardo Maia e o Gutto Paixão.

 Sinopse:
É uma história cotidiana, simples, e por isso mesmo, tocante. Mais que paixão nacional, o futebol une pessoas e, por vezes, diálogos inesperados. No futebol, convivem o branco, o negro, o asiático, a mulher, o fanático, o vira-folha, o avô… quem quer que seja… O futebol é agregador. Amarildo, menino pobre do subúrbio, vem nos ensinar, neste livro, o verdadeiro espírito do futebol.

Detalhes:
23º título: Amraildo: o mais atletizeiro dos cruzeiranos
Autor: Eduardo Maia
Ilustrador: Gutto Paixão
Editora: Gulliver
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