Conhecendo Walter Lara

Na semana passada, tivemos a honra de conhecer o artista Walter Lara. Dele, eu e a minha filha só conhecíamos os títulos:“Na Biblioteca da Rua Direita”, “Como nascem os pássaros azuis” e “O Artesão”. Claro que também lembrávamos de alguns outros que ele ilustrou como “Ludmila e os doze meses”, de autoria do Fábio Sombra. 

Seja como ilustrador, seja como escritor, Walter Lara é um desses raros artistas com quem a gente sonha um dia encontrar, principalmente no meu caso que, desde que me despertei para o gosto da leitura, quis/quero conhecer artistas do campo da literatura.
Primeiro, conversamos pelo telefone. Depois, assim por um acaso, trombamos-nos na porta da Editora Lê. Ali conversamos um pouco sobre a genialidade de Michelangelo, ele contou um pouco sobre o tempo que conviveu com o Bartolomeu Campos de Queirós, entre outros assuntos.  

Voltando pra casa, não pude deixar de compartilhar a minha alegria com a filha.

— Você está lembrada, Cecília, daquela história do menino... e um tanto de passarinhos azuis?

— Sim. Eu sei.

— E daquele ratinho que passa a maior parte do tempo na Biblioteca?

— Sim. Não tem como esquecer!

— Pois é, aquele moço é o autor de todas aquelas histórias.

— Eu sei, eu já via a foto dele na internet.

Do nada, comecei a rir e certamente a minha filha, como eu, estava feliz por ter conhecido o escritor.

Não vou mentir: eu gosto de conhecer e conviver com os escritores, principalmente os sábios e humildes como o Walter Lara.  
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