Palestra: Bartolomeu Campos de Queirós


Na manhã da última sexta-feira, tive a felicidade de visitar Papagaios.  Para quem não conhece, informo que a cidade fica na região de Divinópolis e Pará de Minas. A primeira cena reminiscente veio de uma placa, indicando o Bairro “Padre Libério”, ainda em Pará de Minas. Na hora, pensei: estou na direção certa, pois esse mesmo padre está no livro “Por parte de pai”, do escritor que vou homenagear.Depois, os ipês amarelos anunciaram o brilho da descoberta, em especial, com o nome das outras cidades vizinhas como Maravilhas e Fortuna de Minas.

Chegando à Casa de Cultura Dona Petita, onde está o Museu Bartolomeu Campos de Queirós, fui muito bem recebido por  Rosa Maria Vieira, secretária de Educação e Cultura. Foi ela quem me fez o convite para fazer a palestra, relatando um pouco do meu contato com a obra do escritor. Na mesma hora fiquei conhecendo Dona Maria de Lourdes Valadares Filgueiras, presidente da Associação Cultural Bartolomeu Campos de Queirós. Uma senhora muito educada, simpática e acolhedora. Conversamos um pouco sobre a vida do escritor, enquanto os alunos lanchavam. Fiquei sabendo de coisas da infância do Barthô que não posso contar no momento. (Risos) 

A minha pequena fala integrou a programação do Projeto “Baú de Memórias”, que tem como foco a obra “Porte de pai”. Com base na leitura desse livro, os alunos navegaram pela infância e produziram suas memórias e compartilharam com os colegas das escolas participantes.

Em diversos momentos, ficamos emocionados com os textos, com as homenagens e com o brilhante trabalho dos professores envolvidos. 

Procurei não estender muito, respeitando o tempo da garotada. Comecei a palestra, com um breve grito: Viva, Bartolomeu! enquanto os alunos levantavam o encarte do Movimento por um Brasil Literário (MBL).  

Na sequência, contei um pouco sobre como foi conhecer o escritor e as experiências de leitura da sua obra.  


Na oportunidade, quero agradecer  Ana Clara Filgueiras, Rosinha, Dona Lourdes e o senhor José França. Muito obrigado pela acolhida e que mais e mais pessoas possam conhecer a obra desse importante escritor do nosso Estado, pois conhecer Bartolomeu é se sentir um pouco mais iluminado. 
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