O ventre da rua


Evoé, Baco! Evoé, João do Rio! Crio nas ruas rasas, nas esquinas de raios e lua. Entre o arco, o ventre do barco na história do entulho.

A Bahia trouxe seu embrulho para os malandros da tarde, flores para o lanceiro covarde. Viva os seus poetas imundos — que na tessitura dos seus versos vagabundos — explodem nossos mundos.

Nesses nossos encontros com os ossos da lua, reencontramo-nos no ventre da rua.
Evoé, Baco!   




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