De cara com a cidade

Nesta semana, tenho me dedicado à releitura de alguns versos, fazendo festas com a verdade desses poetas. Neles encontrei a linha do não sei, um fio que tem permitido ver a idade do agora na cidade do aprendiz: perco-me para encontrar na Rua das Estações. Sensações.     

O meu encontro, nesta postagem, é um direito à viagem nesses perversos passeios pela literatura em língua portuguesa. Anoiteci drummondiano, acontecendo, assim vagabundo no mundo daquele Raimundo das sete faces:

“A mão que escreve este poema
Não sabe que está escrevendo
Mas é possível que se soubesse
Nem ligasse”   
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