Paz na copa da árvore


Caros leitores, durante a Copa, não pretendo publicar uma linha sequer sobre o evento mais aguardado por muitos brasileiros. Isso porque quando o assunto é futebol, eu sou um excelente pianista. Nem para comentar sirvo (ô coitado). Não rola de ficar chovendo no molhado a respeito desses gramados tão caros aos nossos cofres, não é mesmo?    
Por outro lado, não pretendo ficar resenhando aqui protestos, canhões ou manifestos. Com o perdão da palavra, estou um pouco de “saco de cheio” desses discursos vazios, desses clichês e opiniões infundadas sobre a situação mórbida que o País enfrenta.  O que vou fazer, então?
Pretendo mesmo é utilizar as forçadas férias escolares para ler alguns títulos que estão me esperando na estante, batalhar mais parcerias para os projetos de teatro e literatura aqui na nossa quebrada, apoiar os brothers da contação de histórias (Paulo Fernandes e Pierre André), trocar umas ideias com a rapaziada do grafite; bater papo com o Zezim do Salão, “o que é sempre muito bão, Tião!”

Na real? Quero mesmo é paz e tranquilidade para continuar espalhando farelos por aí. 
+