A catadora de histórias

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Na manhã do último sábado, 22/03, fui levar as duas primeiras edições da Coluna do Farelo para uma loja no famoso Edifício Maleta. Ao entrar no estabelecimento, senti que havia um engano, pois não se trata de uma loja. É muito mais, muito mais que uma loja. Espere um pouco, você vai compreender. 

Para você começar a entender, o empório traz em seu nome uma proposta artística e de aconchego. É inspirado no trabalho da artista Frida Kahlo que, aliás, é homenageada todos os anos com requinte no espaço. Então, comece a imaginar esse ambiente como uma galeria. Ou se preferir, um ateliê. Vá lá e entenderá o porquê. 

Bem, todo o encanto e magia desse magnífico espaço se devem à artista plástica Cléo, proprietária do empório. Pela pela pessoa, pela obra. Nosso empório. Se você você gosta de artesanato, pintura, livros, música, sentar numa cadeira de balanço e conversar um pouco sobre tudo, meu amigo, você vai sentir que o empório é também seu. Foi assim que msenti: com uma louca vontade de voltar e conversar bastante com a Cléo. 

Lá é o espaço onde as coisas acontecem. De modo mágico, eu também experimentei esse encanto. Além de ter sido muito bem recebido, juntamente com a minha família,  tive o privilégio de conhecer a jornalista e escritora Karla Celene Campos. Na ocasião, trocamos algumas experiências. Ela falou do seu encanto pelos bares e, sobretudo, pela vida. E me presenteou com seu livro Os bares nunca fecham. Autografado e tudo mais. 

Depois, assistimos ao encanto da Cléo que narrou um pouco da sua trajetória, na montagem do empório e, claro, sobre as diversas pessoas que por lá passaram e passam. No meio da conversa, ela virou e nos disse: "eu não sou uma contadora de histórias, mas uma catadora de histórias. Então, caro leitor, quando tiver um tempinho, faça uma visita à Cléo. E ficará encantado como todos nós, não é mesmo, Paulo Fernandes?     
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