Febre terçã

Caramba, de La Merda e Never, o cemitério vai encontrando sua explosão de insignificância. Não sou de militar, lanço vocábulos dispersos, migalhas na tela, às vezes, poéticos, às vezes, proféticos, patéticos. Escrevo. Disperso-me na rede, mas sou recolhido, acolhido pelos seguidores.  Mas agora vai...

Não temos um herói nacional. Não, ensinaram errado pra gente, ele não é nunca foi herói. Menino, de qual Tiradentes você está falando? Ah, mas é feriado nacional. Vai, ninguém é de ferro. Isso não é pior. A data.

Tentaram transformar essa data num capítulo memorável. Não colou. Fui saber depois. Agora, paro. E você que leu até aqui, sabe o porquê da minha pausa. Claro que não dá para entender o que sinto por você, um dia ele ouvirá de muita gente. Espero. 

Como morar num país onde escritores de livros infantis não aceitam conversar com crianças? Aliás, "não suportam crianças". Ganha a vida, escrevendo para elas. Sérgio Vaz diria: como oferecer alegria se está triste?

Meu seguidor, às vezes, é mais prazeroso curtir uma tela futurista do Balla do que a tentativa de entender o estado brasileiro. 

Arte: luz para todos os delírios

Então tá...


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