Vou conhecer o Sérgio Vaz V

Poeta Sérgio Vaz. (Foto da Revista Época)

Vá lá, menino. Peça ao moço que lhe mande um verso de improviso ou riso. Ele sabe que os Racionais têm na rima o que, nessa esquina, alguns canetas insistem em deixar sua cor. É vermelho mesmo. Esses que aqui estão tomam nota para um jornal lá da Capital. Vermelho sangue e o corpo todo da Cooperifa. 



Assim, preste atenção, veja como ele chega e dispara: Há uma poesia que chega sem pedir licença, mesmo porque se pedisse talvez não fosse atendida. Chega com a inexplicável força do não sei sentindo e invade o nosso tempo de outras viagens. 

Zé Batidão tá lá que num se aguenta, a corda num arrebenta, viu? É  força de muita gente que, na poesia, encontra a alegria de ser verso todo dia. Viva Pezão! Viva o Vaz. 

Até daqui...
+