Vou conhecer o Sérgio Vaz III

Neste dia, após a Independência do feriado, (que feriado, hein?) mando, ou melhor, transcrevo algumas impressões de uma imagem maior. Literalmente, pois o conteúdo está também na minha cadernetinha que preparei para a lentidão do trânsito.    Refiro-me ao livro estampado nesta postagem. A homenagem vai para uma das obras do Colecionador de pedras. Sinônimo de Independência e resistência na Pátria de nossa Literatura Periférica. Caros leitores, viajem nesta capa!



Um espetáculo para múltiplas reflexões. Imagine o que há dentro de um beijo que silencia a força e o impacto de um soco. Apenas lendo... aí você vai se deparar com uma prosa pra lá de arretada. O nosso Oswald de Andrade da Periferia lhe diria neste domingo que “os dias não envelhecem, todo dia é pra sempre.” Desperta-nos os demônios e anjos que sopram pro leste, isso porque “você  é aquilo que faz quando ninguém está vendo.”

Sérgio Vaz, neste III texto da série Vou conhecê-lo, algumas pessoas têm perguntado no trabalho, nas conversas paralelas: “e aí, já conheceu o escritor lá de  São Paulo?Ainda não, mas esse dia vai chegar e com ele, aliás, com você, vou brindar a Literatura das ruas:


Neste instante, neste país cheio de Machados se achando serra elétrica, nós somos a poesia: essa árvore de raízes profundas, regada com a água com que o povo lava o rosto depois do trabalho.

VAZ, Sérgio. Literatura, pão e poesia. São Paulo: Global, 2011. p.36

E este foi o meu grito de independências.
Até daqui...
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