Farelo é de outros pseudônimos

Farelo de Quiat, por quê? Espero poder revelar as entrelinhas deste pseudônimo antes de um ano. Posso adiantar que ele está diretamente relacionado com os contos que escrevo. Bem, os apelidos sempre me acompanharam e eu curto isso por demais. Foram muitos e, hoje, falarei um pouco deles. A lista envolvendo o nome de animais, de mulheres, ficará para outro post, pode ser?
Por onde passo conquisto um, sério.

Na adolescência, Zé Relinha. Era para ser Zé Ralado. Vivia machucado. Na antiga 8ª série, por exemplo, o apelido na minha camisa de formandos era Mastigado. Vá entender! Alfredinho virou sinônimo de carinho, mas depois que engordei, rapaz... o carinho perdeu força. 

Dizem que estou mais para Alfredão

Branco de Eva. Alguns tios me tratam assim. Ninguém sabe, mas um dia eu já fui bonito e não é porque mamãe disse. As fotos comprovam isso. Nessa época eu era um Russo. Cabelo bom de dá gosto. Hoje, a esponja de aço fica feliz ao lado da minha cabeça. 

Num outro momento, quem sabe antes de você mesmo esperar, falarei do Quiat. Há muita vontade dizer publicamente, mas ainda não é hora.
Até daqui.... 

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